terça-feira, 11 de maio de 2021

Minha alegria e gratidão

 

Compartilho a minha alegria e gratidão a Deus Pai, e a Jesus Cristo, meu Senhor e Rei, em quem estou ancorada. Não é só pelo fato de completar mais um ano de vida, a minha gratidão. Claro que é uma boa razão e naturalmente o fazemos, mas o assunto é ainda mais relevante, e o momento oportuno.

 

Estou em acompanhamento clínico em razão do tratamento oncológico iniciado há dois anos. Recentemente, em visita a um dos médicos, este fez uma declaração inédita. Contou-nos o quão preocupante foi o início do meu tratamento, frente ao quadro clínico em que me encontrava, e quão surpreendentemente foi o resultado. Debilitada, disse ele, e com pouca chance de um resultado favorável, reunimos, eu e a equipe médica e decidimos começar o tratamento com quimioterapia (seis meses). Até ai tudo correu bem, mas duas cirurgias viriam em seguida: intestino e fígado. Houve complicação na cirurgia do fígado e por isso, temíamos o pior, disse ele, pois estávamos correndo contra o tempo, fazendo exames diários, mas sem nenhum resultado satisfatório. Esperança de vida já não havia mais, e ainda viriam outras duas cirurgias: dos pulmões. De repente o quadro mudou completamente e o resultado dos exames passou a trazer luz onde já não havia. O resultado? A paciente respondeu super bem, e então se submeteu às cirurgias que faltavam. Todos nós ficamos pasmados, disse ele, se referindo à equipe médica! Para quem não tinha condição de começar o tratamento ter completado doze sessões de quimioterapia, ter passado por quatro cirurgias, estar em forma, e os exames sem nenhuma alteração..., sinceramente, eu chamo isso de milagre!

 

Que diremos, pois se o próprio médico atraído pelo poder de Deus reconhece e declara ter havido um milagre? Agora sim, compreendo o “espanto” dos médicos! Deus os usou como instrumentos para a chamada “operação de risco”. Enquanto o médico falava, reportei-me àquela época em que, estando eu na sala cirúrgica, recebi um conforto muito grande do meu Senhor e Deus, e passei a louvá-lo com a minha alma. Não sei quanto tempo durou aquela operação; talvez tenha sido angustiante para minha família enquanto aguardava por notícia. O que na verdade sei, é que o Médico dos médicos estava ali, bem ali no meio, dando as coordenadas! Depois de termos ouvido todo o relato, emocionada, agradeci ao meu Senhor por Sua bondade e misericórdia, e à equipe médica ali representada, pelo excelente trabalho sob o comando do Mestre Jesus. Por essa e outras razões, jamais me cansarei de louvar ao meu Senhor e Salvador Jesus Cristo por tantos benefícios que Ele me tem concedido.

 

Um pouco do meu histórico: Casei-me aos 24 anos e, aos 26 nasceu o meu primogênito. Em 1981 fui duplamente agraciada com o nascimento de uma menina e logo em seguida, fui salva por Jesus Cristo, meu Senhor e Rei. Em 1983 ganhei mais uma menina. Estava felicíssima, completa e realizada. Uma só coisa me preocupava: tinha medo de morrer antes que eles se tornassem independentes. Quando recebi o diagnóstico de câncer em 2019, os reuni para fazer algumas declarações, entre elas, a aceitação da vontade de Deus, se esta fosse para vida ou para morte. Claro que a proposta não era de fácil aceitação, mas até onde eles sabem da minha experiência com o meu Senhor e Deus, aceitaram-na, unanimemente. Eu acredito que por essa decisão deles de se submeterem humildemente ao Doador da vida, o quadro foi alterado de “morte” para vida.

 

Hoje, pensando em todas essas coisas, só me resta louvar e agradecer sempre, ao meu Senhor e Rei, por ter operado esse grande milagre, poupando-me da morte e ainda alongando os meus dias de vida.

Não importa a situação a que você se encontra! O Senhor é Deus e todas as coisas lhE são possíveis! Pode louvá-lO até mesmo antes de a vitória chegar. Ele é digno de louvor, e a resposta que você precisa virá na hora exata, acredite!

 

Deus te abençoe,

 

 abonbiblia@hotmail.com

 

terça-feira, 11 de agosto de 2020

Livre-se dos empecilhos


Mt 19.16-22 Eis que alguém se aproximou de Jesus e lhe perguntou: “Mestre, que farei de bom para ter a vida eterna? 17-Respondeu-lhe Jesus: “Por que você me pergunta sobre o que é bom? Há somente um que é bom. Se você quer entrar na vida, obedeça aos mandamentos”. 18- “Quais?”, perguntou ele. Jesus respondeu: “’Não mataras, não adulterarás, não furtarás, não darás falso testemunho, honra teu pai e tua mãe e ‘Amarás o teu próximo como a ti mesmo’”. 20-Disse-lhe o jovem: “A tudo isso tenho obedecido. O que me falta ainda?” 21-Jesus respondeu: “Se você quer ser perfeito, vá, venda os seus bens e dê o dinheiro aos pobres, e você terá um tesouro nos céus. Depois, venha e siga-me”. 22- Ouvindo isso, o jovem afastou-se triste, porque tinha muitas riquezas (NVI).

 

Que farei de bom? (v. 16) – Esse jovem pensava da perspectiva de acumular atos de justiça para merecer a vida eterna. Predominava entre os judeus daqueles tempos a idéia de que as riquezas eram um sinal do favor especial de Deus. Primeiro Jesus procurou corrigir esse falso conceito antes de responder à pergunta de modo mais completo. O bem não deve ser feito como se fosse meritório em si mesmo. Somente Deus é bom, e tudo o mais que seja bom se origina dEle – até mesmo a observância dos mandamentos.

 

Entrar na vida (v. 17b) – “Entrar na vida” é o mesmo que “ter a vida eterna” – A vida eterna é um dom de Deus (Rm 6.23) que deve ser recebido. É uma posse presente, “Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna (Jo 5.24), ou seja, é a vida de Cristo em nós, e só podemos recebê-la ou tê-la através de Jesus, o único “caminho” que leva a Deus (Jo 14.6). A exigência “obedeça aos mandamentos” (v. 17c), não serve para conquistar méritos diante de Deus, mas é uma manifestação da fé genuína.

 

Você conhece os mandamentos (v. 19) – O menino judeu assumia responsabilidade por obedecer aos mandamentos na idade de 13 anos. Daí a pronta resposta do jovem: “A tudo isso tenho obedecido. O que me falta ainda?” (v. 20).

 

Venda os seus bens e dê o dinheiro aos pobres (v. 21) – Era justamente este o ponto fraco do jovem. Suas riquezas eram o seu empecilho, e por isso Jesus lhe recomendou desfazer-se delas. “E você terá um tesouro nos céus” (v. 21c) -  O tesouro não é adquirido pela abnegação ou pela distribuição de nossos bens materiais, mas é recebido quando seguimos a Jesus. O tesouro nos céus é o dom da vida eterna ou a salvação. A grande verdade que motivou o plano divino da salvação foi a incomparável riqueza da graça de Deus demonstrada em Sua bondade para conosco em Cristo Jesus – Seu perdão e Seu favor imerecido (Jo 3.16). A salvação é “pela fé” em Jesus Cristo. “Não vem das obras para que ninguém se glorie” (Ef 2.8,9).

 

Nada pode ser colocado acima do compromisso de servir a Cristo, pois segui-lo requer dedicação. Jesus dizia a todos: “Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz, e siga-me (Lc 9.23). Livre-se dos empecilhos!

 

Deus te abençoe,

 

abonbiblia@hotmail.com

  

domingo, 12 de julho de 2020

Cristo é a solução



Lc 5.12-14 Estando Jesus numa das cidades, passou um homem coberto de lepra. Quando viu Jesus, prostrou-se, rosto em terra, e rogou-lhe: “Se quiseres, podes purificar-me”. 13-Jesus estendeu a mão e tocou nele, dizendo: “Quero. Seja purificado!” E imediatamente a lepra o deixou. 14-Então Jesus lhe ordenou: “Não conte isso a ninguém; mas vá mostrar-se ao sacerdote e ofereça pela sua purificação os sacrifícios que Moisés ordenou, para que sirva de testemunho”. (NVI)

Lepra (V.12) – Na Bíblia, lepra costuma ser uma ilustração do pecado, por este ser destrutivo, contagioso, e levar à separação. O povo precisava manter-se afastado dos doentes.

Não conte isso a ninguém (V.14a) – Talvez por várias razões: Jesus não queria ser considerado somente operador de milagres; não queria que seu ministério de ensino fosse prejudicado pela publicidade exagerada de seus milagres de cura; e não queria que sua morte ocorresse antes de Ele ter terminado o seu ministério.

Vá mostrar-se ao sacerdote... ofereça os sacrifícios... para que sirva de testemunho (V.14b) – Este era o procedimento normal depois de uma cura (Lv 13.2,3; 14.2-32). O sacerdote tinha a tarefa de examinar as diferentes doenças na pele do homem, e o declarar “imundo” ou “limpo”. O imundo (impuro ou leproso) era lançado fora do arraial por ser a doença descrita como contagiosa (Lv 13.46). Posteriormente, se a lepra aparentasse ter desaparecido, o leproso retornava ao sacerdote que o examinava e, se fosse o caso, declarava-o “limpo” (Lv 13.6,13, 17,23). Ao receber a certificação ritual de purificação, a pessoa estava pronta para ser reintegrada à sociedade. Os sacrifícios serviriam de comprovação aos sacerdotes e ao povo de que a cura era genuína e de que Jesus respeitava a lei. A cura também testemunhava o poder divino de Jesus, pois os judeus acreditavam que somente Deus podia curar a lepra (Lc 4.26,27).

Imundo, enfraquecido, banido do seu acampamento, rejeitado pela sociedade, cheio de lepra e, provavelmente em estágio avançado da doença. Era este o estado em que aquele homem se encontrava. Mesmo não tendo esperança alguma de cura, quando o leproso teve o encontro com Jesus, tudo mudou à sua volta. O Senhor graciosamente se interessou pelo estado desolado daquele homem que, reconhecendo a dignidade de Jesus, não perdeu tempo: prostrou-se, rosto em terra, e rogou-lhe, pedindo a purificação. Ele recebeu de imediato, a cura completa e permanente.

Como tem sido a sua vida? Você tem passado por alguma experiência semelhante? Enfermidade, preconceito, abandono, vício, desemprego ou qualquer situação extremamente difícil? Aprendemos aqui que, em momentos de grande aperto, o coração de Deus se revela em Sua compaixão pelos homens.

Não importa qual seja o seu problema, aproxime-se de Jesus e reconheça-O como digno de ser adorado. Ele é a fonte da vida e nEle está toda a provisão de que necessitamos.  Creia!

Deus te abençoe,


segunda-feira, 25 de maio de 2020

Não tenha medo; tenha fé em Deus



Sl 57.1 Misericórdia, ó Deus; misericórdia, pois em ti a minha alma se refugia. Eu me refugiarei à sombra das tuas asas, até que passe o perigo. (NVI)

Muitos dos salmos de Davi foram inspirados na sua aflição. Davi estava sempre ameaçado por muitos inimigos (Sl 3.1,2; 7.1,2; 18.3; 34.4,6; 54.3; 56.2; 57.4,6; 59.1,2; 63.9,10). Mas, em todas as suas provações ele venceu, pois sempre contou com a misericórdia de Deus e a Sua verdade. Com ele aprendemos que, “Do Senhor vem o livramento. A tua bênção está sobre o teu povo” (Sl 3.8).

É certo que muitas vezes o medo nos rodeia. Abraão foi o primeiro a quem Deus disse: “Não temas” (Gn 15.1), e isso Deus tem dito a muitos, desde então. Essas mesmas palavras foram ditas também por Jesus, aos Seus discípulos (Mt 10.26-31). Paulo também  confessou os seus receios, dizendo: “... fomos atribulados de toda forma: conflitos externos, temores internos” (2Co 7.5c). E, finalmente ouvimos o Senhor dizer a João, na ilha chamada Patmos: “Não tenha medo” (Ap 1.17).

Após a oração de Davi pedindo livramento (Sl 57.1), todos os motivos para ter medo já tinham sido eliminados; então, ele fez um voto a Deus, prevendo a resposta esperada: “Meu coração está firme, ó Deus, meu coração está firme; cantarei ao som de instrumentos” (Sl 57.7)!

Podemos citar também Josafá, rei de Judá – Josafá esteve diante da maior crise da sua vida (2Cr 20). Ele temeu. Buscou o Senhor em jejum e oração com todo o povo de Judá, e apresentou a situação a Deus, reconhecendo que somente Ele poderia salvar a nação. A resposta veio de imediato: “Não tenham medo nem fiquem desanimados por causa desse exército enorme. Pois a batalha não é de vocês, mas de Deus. Tenham fé no Senhor, o seu Deus e vocês serão sustentados...” (2Cr 20.15, 20c). Como fez Davi, Josafá também antecipou o seu louvor a Deus (2Cr 20.21).

Confiemos, pois, no Senhor! Ele é o nosso refúgio em tempos de angústia (Sl 46). O Deus que livrou Davi de seus inimigos e concedeu vitória a Josafá ao lhe pedir auxílio, não mudou. “NEle não há mudança, nem sombra de variação” (Tg 1.17). Deus certamente nos dará livramento do inimigo que ora tem causado terror, em todo o mundo.

Vimos finalmente que, em todos os momentos de crise dos servos do Senhor, a palavra de ordem foi: “Não tenha medo; tenha fé em Deus”. Se esta palavra foi muito apropriada num período em que a única esperança que tinham para o futuro achava-se com o Senhor, de igual forma, esta mesma palavra é também apropriada para os nossos dias. Portanto, não tenha medo; tenha fé em Deus.

Deus te abençoe,


quinta-feira, 16 de abril de 2020

Vem, Senhor Jesus



Ap 3.11 Venho em breve! Retenha o que você tem, para que ninguém tome a sua coroa. (NVI)

Desde a primeira vinda de Cristo (a encarnação), sua morte e a ressurreição, o próximo grande acontecimento no plano de Deus para a redenção é a segunda vinda de Cristo, que introduzirá a consumação do reino.

O retorno de Jesus à terra fora proclamado por dois anjos no momento da ascensão; enquanto Jesus subia e estando os discípulos com os olhos fitos no céu, eles disseram: “Galileus, por que vocês estão olhando para o céu? Este mesmo Jesus, que dentre vós foi elevado aos céus, voltará da mesma forma como o viram subir” (At 1.11).

A perspectiva do Novo Testamento é de que Jesus virá num momento inesperado e desconhecido, ou seja, não haverá sinais específicos de aviso. Cristo mesmo advertiu que Ele voltaria numa hora em que menos esperamos (Lc 12.40). Os apóstolos estimulavam os crentes de sua geração a esperarem a volta do Senhor durante a vida deles.  Paulo escreveu: “A noite está quase acabando; o dia logo vem...” (Rm 13.12a), onde “noite” representa a atual era da perversidade, e “dia” o aparecimento de Jesus Cristo. Tiago exorta à paciência e perseverança na fé, “pois a vinda do Senhor está próxima” (Tg 5.8). Para Pedro, esperar a segunda vinda de Cristo importava orar a Deus com fervor e ter virtudes cristãs produzidas pelo Espírito Santo, como disse: “O fim de todas as coisas está próximo. Portanto, sejam criteriosos e estejam alertas; dediquem-se à oração” (1Pe 4.7). João também, como os outros escritores do Novo Testamento, considerava o tempo entre a primeira e a segunda vinda de Cristo como sendo os últimos dias. A palavra “último” nas expressões “últimos dias”, e “última hora” também expressa um senso de urgência e de iminência: “Filhinhos, esta é a última hora” (1Jo 2.18a). Assim sendo, o discípulo dedicado deve vigiar e estar preparado a todo o momento, para a vinda do Senhor.

A plena realização da salvação na segunda vinda de Jesus Cristo está cada vez mais próxima, como disse Paulo em sua carta aos romanos: “... Chegou a hora de vocês despertarem do sono, porque agora a nossa salvação está mais próxima do que quando cremos” (Rm 13.11).

Deus tem um celeste lar onde há “muitas moradas”, e para as quais a “família de Deus”, ora vivendo na terra, será trasladada. Se assim cremos, tão certamente como Cristo subiu ao céu, Ele voltará, como prometeu: “E se eu for e lhes preparar lugar, voltarei e os levarei para mim, para que vocês estejam onde eu estiver” (Jo 14.3).

Deus te abençoe,






segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

Plenitude de alegria



Jo 16.24 Até agora, vocês não pediram nada em meu nome. Peçam e receberão, para que a alegria de vocês seja completa.

A alegria flui de Deus como um dos aspectos do fruto do Espírito (Gl 5.22). Está associada à salvação que Deus concede em Cristo (Sl 126.1-3), e com a Palavra de Deus (Jr 15.16). Resulta em segurança total pela presença de Jesus (Sl 16.11), e não pode ser destruída pelo sofrimento  ou pela dor, nem por circunstâncias difíceis.

A Bíblia apresenta motivos claros para que nos cheguemos a Deus: “Faze-me saber os teus caminhos, Senhor; ensina-me as tuas veredas” (Sl 25.4); “Clama a mim e responder-te-ei e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes, que não sabes” (Jr 33.3); “Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus, pela oração e súplicas, com ação de graças” (Fp 4.6); “Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno” (Hb 4.16).

O apóstolo João declara que, estar dentro da vontade de Deus, obedecer aos seus mandamentos, agradá-lo e amá-lo, são condições prévias indispensáveis para termos resposta às orações: “e qualquer coisa que lhe pedirmos, dele a receberemos, porque guardamos os seus mandamentos e fazemos o que é agradável à sua vista” (1Jo 3.22); “E esta é a confiança que temos nele: que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade ele nos ouve” (1Jo 5.14).

A sabedoria do alto nos ajuda a fazer escolhas acertadas e a pensar de acordo à vontade de Deus: “Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida” (Tg 1.5). NVI

O segredo de ser alvo do cuidado protetor de Deus é ter um coração em tudo voltado para o Senhor, por gratidão e amor: “Porque ele me ama, eu o resgatarei; eu o protegerei, pois conhece o meu nome. Ele clamará a mim, e eu lhe darei resposta, e na adversidade estarei com ele; vou livrá-lo e cobri-lo de honra” (Sl 91.14,15). NVI

Deus aspira ter comunhão conosco, e a oração é o canal pelo qual mantemos o nosso relacionamento com Ele. Então, vamos! Faça o seu pedido! Deus fará por nós, não somente mais do que pedimos e desejamos em oração, como também mais do que nossa imaginação possa alcançar. Creia!

Deus te abençoe,

abonbiblia@hotmail.com

domingo, 26 de janeiro de 2020

Momentos de Deus



Jo 5.1-9 Algum tempo depois, Jesus subiu a Jerusalém para uma festa dos judeus. 2-Há em Jerusalém, perto da porta das Ovelhas, um tanque que, em aramaico, é chamado Betesda, tendo cinco entradas em volta. 3-Ali costumava ficar grande número de pessoas doentes e inválidas: cegos, mancos e paralíticos. Eles esperavam um movimento nas águas. 4-De vez em quando descia um anjo do Senhor e agitava as águas. O primeiro que entrasse no tanque, depois de agitadas as águas, era curado de qualquer doença que tivesse. 5-Um dos que estavam ali era paralítico fazia trinta e oito anos. 6-Quando o viu deitado e soube que ele vivia naquele estado durante tanto tempo, Jesus lhe perguntou: “Você quer ser curado?” 7-Disse o paralítico: “Senhor, não tenho ninguém que me ajude a entrar no tanque quando a água é agitada. Enquanto estou tentando entrar, outro chega antes de mim”. 8-Então Jesus lhe disse: “Levante-se! Pegue a sua maca e ande”. 9-Imediatamente o homem ficou curado, pegou a maca e começou a andar.

Uma festa (v. 1) – Uma das três festas de peregrinação anuais de que todos os homens judeus tinham a obrigação de celebrar em Jerusalém – A Páscoa, o Pentecostes ou Tabernáculos.

Tanque de Betesda (v. 2) – Era um local bem conhecido dos judeus de Jerusalém. Estava situado próximo das ruínas da Basílica de Santa Ana, ao norte do monte do Templo. Acreditava-se que as suas águas possuíam virtudes terapêuticas.

Você quer ser curado? (v. 6) – Um dos que estavam ali era paralítico fazia trinta e oito anos. Jesus o viu em meio à multidão, teve compaixão dele e se aproximou a fim de ajudá-lo.         Em geral, a fé em Jesus era essencial para a cura (Mt 9.22), mas aqui o homem nem sequer sabia quem era Jesus (v. 13); sua mente estava fixada nos supostos poderes curativos da água. “Senhor, não tenho ninguém que me ajude a entrar no tanque...” (v. 7), disse o paralítico. 
Como milhares hoje, o paralítico jamais sonhou em obter algum benefício imediato de Cristo. Mas, a época da espera passou. Com a vinda do Salvador, veio também o refrigério; a cura espiritual e física. A salvação em Cristo Jesus está ao alcance de todos (Mt 11.28; Jo 3.16).

O momento de Deus – Deus não tem prazer em castigar as pessoas pelos seus pecados, mas deseja salvar a todos. Ao paralítico que não tinha nenhuma esperança de ser curado, disse: “Levante-se! Pegue a sua maca e ande”. Imediatamente o homem ficou curado (vv. 8-9), pegou sua cama e saiu andando no meio da multidão, anunciando que Jesus o curara (v. 15).

Não importa quão limitadas sejam nossas possessões terrenas, nem quão difíceis sejam as nossas circunstâncias; nunca devemos temer que Deus nos deixará ou nos abandonará. Ele é o ajudador daquele que não tem quem o ajude. Nada pode limitar o Seu poder (Jó 42.2).

Quem vem a Jesus e torna-se seu servo Ele o alivia de suas insuportáveis aflições e lhe dá descanso, paz e Seu Espírito Santo como guia.

Deus te abençoe,
                                                                            

sábado, 4 de janeiro de 2020

Gratidão a Deus



Lam 3.22,23 Graças ao grande amor do Senhor é que não somos consumidos, pois as suas misericórdias são inesgotáveis. 23- Renovam-se cada manhã; grande é a sua fidelidade! (NVI)


Em Março de 2019, recebi o diagnóstico de câncer no intestino. Foi uma notícia, sem dúvida, impactante. Sempre tivemos (eu e minha família), uma vida de comunhão com Deus, mas a partir de então, reiniciamos períodos intensos de oração e louvor, com foco na vitória, confiando unicamente na fidelidade e compaixão dAquele que tudo pode (Jó 42.2).

Foram dias muito intensos, com idas e vindas ao hospital; mas em nenhum segundo sequer, nos sentimos desamparados; pelo contrário, a presença inconfundível do nosso Deus deixou marcas ali no hospital. Não sabíamos ao certo qual era o propósito do Senhor, pois o que sabemos é que os Seus caminhos não são os nossos (Is 55.8).

Passaram-se nove meses desde as sessões de quimioterapia até a cirurgia. Cirurgia de grande porte... cinco horas de duração... numa sexta feira, a última do dia. Lá estava eu relembrando vários versículos bíblicos, enquanto esperava pacientemente no momento do Senhor (Sl 40.1). A cirurgia foi um sucesso, disseram os médicos. Tive alta.

Após uma semana em casa, precisei voltar lá para outro procedimento. A minha confiança no Senhor só crescia, depois daquela grande vitória. Enquanto observava os médicos se prepararem para aquele momento, fui envolvida pelo louvor da banda Hillsong Worship – (No But You – Lyric vídeo); as lágrimas se misturavam com o sorriso, e naquele momento fui visitada pelo Senhor. Tinha achado que as lágrimas estivessem interferindo na pressão, mas, para minha surpresa, lágrimas com sabor de paz, não alteram a pressão (Fp 4.7, 8); ela continuava 12/8. Que Deus continue usando os louvores dessa banda, para honra e glória do Seu Santo Nome. Voltei para casa dia 24/12 deixando no hospital o sofrimento e a dor e trazendo comigo uma overdose de alegria e gratidão. Esse foi o maior presente de Natal de todos os tempos e para toda a família.

Mais gratidão – Muitos irmãos em Cristo, amigos e parentes me assistiram no hospital ou em casa; outros não cessaram de orar durante todo o período em que me encontrei enferma. A todas essas pessoas, a minha eterna gratidão. Que Deus as recompense pela carinhosa assistência.

O que dizer de tudo isso? Vale muito à pena servir ao Senhor com alegria e dedicação. Dessa forma, certamente nos tornamos participantes das Suas misericórdias (Lam 3.22,23).

Desejo a todos um próspero 2020, com muita saúde e adoração ao Senhor.

Que Deus abençoe a todos,




sexta-feira, 24 de maio de 2019

Valorize a vida



Gn 1.31a
E Deus viu tudo o que havia feito, e tudo havia ficado muito bom. (NVI)

A história da criação muito nos ensina sobre Deus e nós mesmos. Deus é criativo; como Criador, Ele é distinto da criação; Ele é eterno e está no controle do mundo.

Sobre nós: Deus fez ambos, homem e mulher, à sua imagem (Gn 1.27). “Imagem” inclui características como “justiça [...] santidade” (Ef 4.24) e “conhecimento” (Cl 3.10). Eles têm em si, de modo igual, a imagem de Deus, e juntos participam da bênção divina, pois Deus os abençoou (Gn 1.28). O homem já começa sua jornada com essa bênção: viceja, enche a terra com seus semelhantes e exerce domínio sobre as demais criaturas terrestres.

A cultura humana, portanto, não é contrária a Deus (embora o homem caído tenha muitas vezes transformado seus esforços em rebelião orgulhosa contra Deus). Pelo contrário, é a manifestação de um homem que tem a imagem do seu Criador e compartilha, como servo de Deus, do governo soberano deste. Como representante de Deus no âmbito da criação, é mordomo das criaturas de Deus (Sl 8.6). Não deve explorá-las, destruí-las, mas cuidar delas e usá-las a serviço de Deus e do homem.

Muitos se vangloriam de suas conquistas e habilidades como se fossem donos de suas próprias forças; outros se sentem desvalorizados por não possuírem muitas habilidades. Mas, nosso verdadeiro valor é expresso pelo conceito que Deus tem de nós, não pela opinião das outras pessoas. Elas nos avaliam e rotulam de acordo com o nosso desempenho, com aquilo que alcançamos e com a nossa aparência. Na verdade, nosso valor não provém de nossas realizações, mas do Deus que criou o universo e escolheu presentear-nos com o misterioso e miraculoso dom da vida.

Deus viu que a sua criação era excelente em todos os aspectos (Gn 1.31). Você é parte da criação de Deus, e Ele gosta de você da maneira como o fez. Se em algum momento você sentir-se desvalorizado ou diminuído, lembre-se que Deus o criou por uma boa razão. Você tem valor aos seus olhos.

Deus te abençoe,


sábado, 27 de abril de 2019

Verdade que liberta



Jo 8.32
E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará. (NVI)

No contexto da existência e conhecimentos humanos, muitas coisas são verdadeiras. Há, no entanto, uma só verdade que libertará as pessoas do pecado, da destruição e do domínio de Satanás – a verdade de Jesus Cristo, que se acha na Palavra de Deus.

A verdade fornece o caminho certo a ser seguido – Cristo prometeu enviar o Espírito Santo para ensinar seus seguidores a lembrá-los de tudo o que Ele havia ensinado (Jo 14.26). Como resultado, os cristãos têm o Espírito Santo dentro de si para impedir que se percam. Além disso, têm as Escrituras inspiradas por Deus, com as quais podem testar os ensinos duvidosos.

A verdade é imutável – A verdade é sempre oportuna; é aplicável tanto ao presente como ao futuro. Por estar relacionada ao caráter imutável de Deus, também é invariável (Pv 12.19).

A verdade testada pelo sofrimento – Se não for testada pelas experiências da vida, a verdade pode tornar-se estática e estagnada. O sofrimento pode trazer uma dinâmica de qualidade para a vida. Assim como a seca faz com que as raízes da árvore aprofundem-se para encontrar água, o sofrimento leva-nos além da aceitação superficial da verdade de que devemos depender de Deus para ter esperança e vida (Jó 14.22).

A verdade pode deixar-nos constrangidos – Muitas vezes a verdade traz desconforto; preferimos as mentiras e as ilusões quando estas nos fazem sentir seguros. Contudo, é muito melhor enfrentar a realidade que viver uma mentira (Is 30.10,11).

A verdade é digna de toda a nossa credibilidade – O próprio Senhor Jesus é a verdade que nos liberta. Ele é a fonte da verdade, o padrão perfeito daquilo que é correto. Ele nos liberta das conseqüências do pecado, do engano que infligimos a nós mesmos e do erro a que nos induz Satanás. Jesus nos mostra claramente o caminho da vida eterna com Deus. Por isso, Ele não nos dá liberdade para fazermos o que quisermos, mas para seguirmos a Deus.

À medida que procuramos servir a Deus, a verdade perfeita de Jesus nos liberta para que sejamos tudo aquilo que Deus deseja que sejamos.

Deus te abençoe,





domingo, 14 de abril de 2019

Família, um recurso de Deus para nós


At 17.26 De um só fez ele todos os povos, para que povoassem toda a terra, tendo determinado os tempos anteriores estabelecidos e os lugares exatos em que deveriam habitar. 27-Deus fez isso para que os homens o buscassem e talvez, tateando, pudessem encontrá-lo, embora não esteja longe de cada um de nós. (NVI)

Cada pessoa é criação valiosa e única de Deus – Todos os seres humanos estão relacionados, desde Adão e Eva. Todas as pessoas formam uma família que compartilha a mesma carne e o mesmo sangue. Lembre-se disso quando o preconceito entrar em sua mente ou o ódio invadir seus sentimentos.

Compartilhando experiências espirituais na família – É importante contar aos filhos o que Deus fez no passado e ajudá-los a ver o que tem feito agora. Deus disse a Moisés que as experiências miraculosas com Faraó deveriam ser relatadas aos seus descendentes. Ao viver um dos maiores dramas da narrativa bíblica, Moisés testemunhou acontecimentos que poucas pessoas alguma vez veriam. Suas histórias servirão como base para a fé de seus filhos (Ex 10.2).

A responsabilidade do homem para sua família – Na sociedade grega antiga, o papel do marido e pai não era visto como o papel educativo, mas somente como um papel funcional. Muitos jovens hoje têm sido criados em famílias onde o pai negligencia suas responsabilidades para com a esposa e os filhos. Segundo o que Paulo diz em 1Tm 5.8, uma pessoa que negligencia suas responsabilidades familiares nega a fé. Mas os bons exemplos de um viver cristão são modelos importantes que os homens mais jovens precisam ver, para que saibam como devem se portar.

Partilhe as Boas Novas com a família – Nossas famílias são campos férteis para o plantio das sementes das Boas Novas. Deixe que seus pais, filhos, cônjuge, irmãos e irmãs saibam de sua fé em Jesus, e certifique-se de que eles vejam o amor, o auxílio e alegria de Cristo em sua vida. Timóteo foi o primeiro da segunda geração de cristãos a ser mencionado no Novo Testamento. Sua mãe Eunice e sua avó Lóide eram cristãs fiéis e influenciaram-no em relação ao Senhor (2Tm 1.5).

Construindo relacionamento no lar – Se nossa fé no Senhor Jesus for real, ela será geralmente demonstrada em casa, em nosso relacionamento com aqueles que nos conhecem melhor. Filhos e pais têm responsabilidades uns para com os outros. Os filhos devem honrar os pais, mesmo que estes sejam injustos ou excessivamente exigentes. Os pais devem cuidar dos filhos afetuosamente, mesmo que estes não sejam obedientes ou amáveis (Ef 6.1-4).

A família é um dos maiores bens que Deus nos proporciona. Ela deve garantir a cada membro, aceitação, encorajamento, direção e conselho. Em sua família, esforce-se para ser um alento, um canal de comunicação e compreensão.

Deus te abençoe,


sábado, 9 de março de 2019

Tempo de adoração


Sl 29.2
Daí ao Senhor a glória devida ao seu nome; adorai o Senhor na beleza da sua santidade.

Deus estabeleceu muitos feriados no calendário de Israel (ver Nm 29.1ss). Esses feriados garantiam tempo para refrescar a mente e o corpo, e para renovar o compromisso com Deus. A Festa das Trombetas, por exemplo, era uma das três grandes celebrações; acontecia no início do sétimo mês (Tisri), um mês muito ativo na adoração ao Senhor. Nessa festa as pessoas se reuniam para celebrar e adorar a Deus; a rotina era suspensa, e nenhum trabalho pesado era realizado e, ao sacrificar animais em holocaustos, as pessoas davam algo valioso para Deus, princípios que devemos seguir em nossa adoração.

A importância da adoração – As pressões diárias da vida podem fazer-nos focar o presente, o aqui e o agora, e levar-nos a esquecer de Deus. É por isso que a adoração é tão importante; tira nossos olhos de nossas preocupações atuais, a fim de que atentemos para santidade de Deus e para seu Reino futuro. A presença de Deus torna tudo glorioso, e a adoração nos leva à sua presença.

Impedimentos à adoração – Não podemos ter outros deuses (Dt 5.7).  Ter outro deus é colocar outra coisa em primeiro lugar em nossa vida (dinheiro, fama, trabalho ou prazer). Deus não tolerará nem rival nem infidelidade (Ex 20.5). Por causa da idolatria, os líderes de Judá foram exilados em terra estranha (ver 2Cr 36.14-17).

O preparo para a adoração – Os sacerdotes dedicavam muito tempo e zelo à adoração. Tudo que estava relacionado à adoração era cuidadosamente preparado e mantido a fim de que eles e todo o povo entrassem no culto com suas mentes e corações compenetrados em Deus. Ele quer que a nossa adoração seja conduzida “decentemente e com ordem” (1Co 14.40).

Local da adoração – O local da adoração é irrelevante, porque a verdadeira adoração deve estar de acordo com a natureza de Deus, que é espírito; Ele não é um ser físico, limitado a tempo e espaço. Deus está presente em todos os lugares e pode ser adorado em qualquer lugar e a qualquer tempo.

Forma de adoração – No Antigo Testamento, a adoração era mais que um sóbrio exercício religioso. A exuberância de Davi enquanto adorava a Deus com danças e músicas é aprovada nas Escrituras (ver 2Sm 6.5,16ss).
Nossa adoração deve refletir um equilíbrio saudável: algumas vezes devemos ser reflexivos e sérios (ver Ex 19.14ss), e outras vezes devemos expressar entusiasmo e júbilo (ver Sl 100.1,2).

Hoje é tempo de adoração. Busque o Senhor sinceramente e tenha uma visão renovada do amor e do cuidado dEle por você. Então, adore-O de todo o seu coração!

Deus te abençoe,



domingo, 24 de fevereiro de 2019

Deus abre um caminho


Is 43.16,17
Assim diz o Senhor, aquele que fez um caminho pelo mar, uma vereda pelas águas violentas, 17-que fez saírem juntos os carros e os cavalos, o exército e seus reforços, e eles jazem ali, para nunca mais se levantarem, exterminados, apagados como um pavio. (NVI)

A perseguição dos egípcios (ler Ex 14.6-9) – Seiscentos carros de combate egípcios foram enviados contra o povo hebreu, que estava impotente, preso entre as montanhas e o mar. Em cada carro havia dois tripulantes: um condutor e um guerreiro. Com duas rodas puxadas por cavalos, esses carros eram feitos de madeira, e os arreios e os tirantes eram de couro – eis os tanques de guerra dos tempos bíblicos.

Deus anuncia a ruína dos egípcios (ler Ex 14.10-14) – Cercados pelo mar, os israelitas enfrentavam o exército egípcio ávido pela matança, e pensaram estar arruinados, porém Moisés os encorajou a assistir à forma maravilhosa como Deus os salvaria, dizendo: “Não tenham medo. Fiquem firmes e vejam o livramento que o Senhor lhes trará hoje, porque vocês nunca mais verão os egípcios que hoje vêem. O Senhor lutará por vocês; tão somente acalmem-se”.
Não havia uma saída aparente, mas a Bíblia diz claramente que “o Senhor afastou o mar e o tornou em terra seca, com um forte vento oriental que soprou toda aquela noite. As águas se dividiram, e os israelitas atravessaram pelo meio do mar em terra seca, tendo uma parede de água à direita e outra à esquerda” (Ex 14.21,22).

Os egípcios perecem no mar (ler Ex 14.23-28) – Os egípcios os perseguiram, e todos os cavalos, carros de guerra e cavaleiros do faraó foram atrás deles até o meio do mar... Mas o Senhor disse a Moisés: “Estenda a mão sobre o mar para que as águas voltem sobre os egípcios, sobre os seus carros de guerra e sobre os seus cavaleiros”... Quando os egípcios estavam fugindo, foram de encontro às águas, e o Senhor os lançou no mar. As águas voltaram e encobriram os seus carros de guerra e os seus cavaleiros, todo o exército do faraó que havia perseguido os israelitas mar adentro. Ninguém sobreviveu.
O ato de Deus ter arremessado cavalo e cavaleiro para dentro do mar, demonstra de forma dramática a maneira pela qual o poder de Deus superou a tecnologia e a mais avançada ferramenta de guerra disponível na época. A vitória do Senhor contra o exército do faraó foi absoluta.

Ao enfocar a fidelidade de Deus no passado, podemos enfrentar as crises com confiança. Você se encontra preso a um problema e não consegue avistar a saída? Não se desespere; Deus pode abrir um caminho para você.

Deus te abençoe,




sábado, 16 de fevereiro de 2019

Desenvolva a sua fé


Nm 14.24
“Mas, como o meu servo Calebe tem outro espírito e me segue com integridade, eu o farei entrar na terra que foi observar, e seus descendentes a herdarão”.

Canaã era uma terra com gigantes e fortalezas imponentes. Os descendentes de Anaque deviam ter entre 2,20 e 2,70 metros de altura. As cidades fortificadas possuíam muros de aproximadamente 9 metros de altura.

Os espias foram enviados à Canaã não para julgar se os israelitas deveriam ou não entrar lá, mas para descobrir por onde eles poderiam entrar (Nm 13.17-20). Ao retornar, porém, a maior parte deles concluiu que não valia a pena enfrentar os obstáculos para possuir a terra (Nm 13.27-33). Esqueceram-se de todos os milagres que o Senhor operara a favor deles, desprezaram as suas misericórdias e fizeram pouco caso do poder do Senhor. Na sua ingratidão preferiram a morte (Nm 14.2). Somente Calebe e Oséias (Josué) deram um relatório inspirado pela fé em Deus.

O castigo do povo – Os 40 dias da viagem dos espias passaram a ser o padrão numérico para seu sofrimento: um ano por dia (Nm 14.34) – durante 40 anos estariam contando a respeito do erro de juízo que tinham feito, e durante 40 anos os israelitas de 20 anos de idade para cima estariam morrendo. Somente os filhos sobreviveriam (v.31), como também Josué e Calebe, (v.30).

Calebe foi fiel ao Senhor desde o começo de sua chamada. Como um dos primeiros doze espias enviados à Terra Prometida, contemplou grandes cidades e gigantes; mesmo assim sabia que Deus ajudaria os israelitas a conquistar a terra. Como recompensa por sua fé, o Senhor prometeu-lhe uma grande herança particular (Nm 14.24). Quarenta e cinco anos mais tarde, esta promessa foi cumprida (Js 14.6-15).

Tornamo-nos temerosos e ficamos imobilizados quando focamos os aspectos negativos de uma situação. Mas é muito melhor olhar o lado positivo: a orientação de Deus e suas promessas. Quanto mais soubermos sobre o que Deus fez no passado, maior será a nossa confiança sobre o que Ele fará nos anos vindouros.

Não existem muros, fortificações, fatores de tamanho ou peso, e certamente nenhum deus, que possam resistir ao avanço do povo de Deus quando o Senhor está com os seus (Nm 14.9).

Seguir a Deus a despeito dos obstáculos é o caminho certo para desenvolver uma fé corajosa e sobrepujante.

Deus te abençoe,



sábado, 29 de dezembro de 2018

Planos


Gn 11.1-4
No mundo todo havia apenas uma língua, um só modo de falar. 2-Saindo os homens do Oriente, encontraram uma planície em Sinear e ali se fixaram. 3-Disseram uns aos outros: “Vamos fazer tijolos e queimá-los bem”. Usavam tijolos em lugar de pedras, e piche em vez de argamassa. 4-Depois disseram: “Vamos construir uma cidade, com uma torre que alcance os céus. Assim nosso nome será famoso e não seremos espalhados pela face da terra.

O pecado do povo na terra de Sinear foi a ambição de dominar o mundo e dirigir seu próprio destino, à parte de Deus, através da união política centralizada, poder e grandes conquistas. Esse desígnio era fruto do orgulho e rebeldia contra Deus.

Se toda a espécie humana permanecesse unida na tentativa orgulhosa de cuidar do próprio destino e, por esforços antropocêntricos, assumisse o controle da história, não haveria limites para a rebelião irrefreável contra Deus. O reino do homem deslocaria e excluiria o reino de Deus.

Mas Deus frustrou o propósito deles, multiplicando idiomas em seu meio, de tal maneira que não podiam comunicar-se entre si (Gn 11.7,8). Isso deu origem à diversidade de raças e idiomas no mundo.

É bom fazer planos, mas eles nos desapontarão se deixarmos Deus de fora deles. Não há razão para se fazer planos como se Deus não existisse, porque o futuro está em suas mãos. O que você gostaria de estar fazendo daqui a dez anos? Daqui a um ano? Ou amanhã? Como você reagirá se Deus reorganizar os seus planos? O apóstolo Tiago diz o seguinte sobre a incerteza dos planos humanos: “Vocês nem sabem o que lhes acontecerá amanhã! Que é a sua vida? Vocês são como a neblina que aparece por um pouco de tempo e depois se dissipa. Ao invés disso, deveriam dizer: “Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo” (Tg 4.14,15).

O planejamento é fundamental para começar um novo ano. A dica do sábio Salomão é: “Consagre ao Senhor tudo o que você faz, e os seus planos serão bem sucedidos” (Pv 16.3).

Feliz 2019!

Deus te abençoe!


abonbiblia@hotmail.com

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Nasceu o Salvador


Lc 2.8-20
Havia pastores que estavam nos campos próximos e durante a noite tomavam conta dos seus rebanhos. 9-E aconteceu que um anjo do Senhor apareceu-lhes e a glória do Senhor resplandeceu ao redor deles; e ficaram aterrorizados. 10-Mas o anjo lhes disse: “Não tenham medo. Estou trazendo boas novas de grande alegria para vocês, que são para todo o povo: 11-Hoje, na cidade de Davi, nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor. 12-Isto servirá de sinal para vocês: encontrarão o bebê envolto em panos e deitado numa manjedoura”. 13-De repente, uma grande multidão do exército celestial apareceu com o anjo, louvando a Deus e dizendo: 14-“Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens aos quais ele concede o seu favor”. 15-Quando os anjos os deixaram e foram para os céus, os pastores disseram uns aos outros: “Vamos a Belém, e vejamos isso que aconteceu, e que o Senhor nos deu a conhecer” 16-Então correram para lá e encontraram Maria e José e o bebê deitado na manjedoura. 17-Depois de o verem, contaram a todos o que lhes fora dito a respeito daquele menino, 18-e todos os que ouviram o que os pastores diziam ficaram admirados. 19-Maria, porém, guardava todas essas coisas e sobre elas refletia em seu coração. 20-Os pastores voltaram glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham visto e ouvido, como lhes fora dito.

Deus continuou a revelar seu Filho, mas não àqueles a quem poderíamos esperar. Lucas registrou que o nascimento de Jesus foi anunciado aos pastores no campo. O ofício de pastorear ovelhas era um dos trabalhos mais simples e humildes nos tempos bíblicos. Os pastores trabalhavam duro para manter seus rebanhos alimentados e em segurança. O perigo de esses rebanhos serem atacados por predadores e ladrões aumentava à noite e, por isso, os pastores se esforçavam para ficar alertas e vigilantes. Naquela noite tão especial de Natal, em vez de perigos ou más notícias, os pastores dos campos de Belém foram surpreendidos com a notícia mais esperada de todos os tempos: nasceu o Salvador! Diante disso, saíram correndo para conhecer Jesus, louvá-lo e anunciá-lo a todos.

V. 9  -Um anjo do Senhor – A palavra traduzida por “anjo”, tanto a hebraica quanto a grega, significa “mensageiro”, indicando que o anjo é um mensageiro de Deus.

V. 10-Não tenham medo – O medo era reação comum diante dos aparecimentos angelicais, e o encorajamento se fazia necessário.

V. 11-Hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu o Salvador – Muitos judeus estavam procurando um líder político para livrá-los do domínio romano, ao passo que outros esperavam um salvador que os livrasse da enfermidade e dos sofrimentos físicos. Esta proclamação, no entanto diz respeito ao Salvador que livraria do pecado e da morte (ver Mt 1.21; Jo 4.42).

V. 14-Glória a Deus nas alturas – Esse breve hino é chamado Gloria in excelsis Deo, as primeiras palavras da tradução Vulgata latina. Os anjos reconheciam a glória e a majestade de Deus, rendendo-lhe louvores.
Paz na terra aos homens aos quais ele concede o seu favor – O mundo romano estava experimentando a Pax romana (“Paz romana”), marcada pela tranqüilidade externa. Mas os anjos proclamaram uma paz mais profunda e duradoura que aquela – paz de mente e de alma, possibilitada pelo Salvador.

O maior acontecimento histórico acabara de acontecer! As Boas Novas a respeito do nascimento de Jesus demonstram que Ele veio para todos, inclusive para as pessoas mais simples. Veio para qualquer um que tenha um coração humilde o bastante para aceitá-lo.

Feliz Natal, Deus te abençoe!

abonbiblia@hotmail.com



domingo, 2 de dezembro de 2018

O milagre de Deus


Lc 2.1-7
Naqueles dias, César Augusto publicou um decreto ordenando o recenseamento de todo império romano. 2-Este foi o primeiro recenseamento feito quando Quirino era governador da Síria. 3-E todos iam para a sua cidade natal, a fim de alistar-se. 4-Assim, José também foi da cidade de Nazaré da Galiléia para a Judéia, para Belém, cidade de Davi, porque pertencia à casa e à linhagem de Davi. 5-Ele foi a fim de alistar-se, com Maria,que lhe estava prometida em casamento e esperava um filho. 6-Enquanto estavam lá, chegou o tempo de nascer o bebê, 7-e ela deu à luz o seu primogênito. Envolveu-o em panos e o colocou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria.

Depois de descobrir que Maria estava grávida, José se deparou com uma escolha difícil. Talvez José tenha pensado que tivesse apenas duas opções: discretamente, divorciar-se de Maria ou mandar apedrejá-la. Mas Deus freqüentemente nos mostra que existem mais opções disponíveis do que pensamos. Embora parecesse a José estar fazendo o que era certo, ao romper o compromisso, somente a direção de Deus o ajudou a tomar a melhor decisão: casar-se com ela (Mt 1.20-23).

Por que a concepção virginal de Jesus é importante para a fé cristã? Porque o Filho de Deus deveria estar isento da natureza pecaminosa, transmitida a toda humanidade por Adão. Jesus manifestou-se em forma humana, mas como o Filho de Deus, nasceu sem qualquer traço de pecado.

A concepção e o nascimento de Jesus Cristo são acontecimentos sobrenaturais, estão além da lógica e do raciocínio humano. O Ser Supremo, infinito e ilimitado assumiu as limitações da forma humana, para que pudesse manifestar-se à humanidade, morrer pela absolvição de nossos pecados e salvar todo aquele que nEle crer.

Jesus está em ação onde quer que precisemos dEle em nosso mundo sujo e escurecido pelo pecado! Você já o aceitou?

Deus te abençoe,

abonbiblia@hotmail.com


sábado, 24 de novembro de 2018

Oportunidades


Fp 1.12-14
Quero que saibam, irmãos, que aquilo que me aconteceu tem, ao contrário, servido para o progresso do evangelho. 13-Como resultado, tornou-se evidente a toda a guarda do palácio e a todos os demais que estou na prisão por causa de Cristo. 14-E os irmãos, em sua maioria, motivados no Senhor pela minha prisão, estão anunciando a palavra com maior determinação e destemor.

Oportunidades especiais podem vir ao nosso encontro inesperadamente (Ex 2.7,8) – Miriã, a irmã de Moisés, notou que a filha de Faraó o havia encontrado. Rapidamente, tomou a iniciativa e sugeriu uma enfermeira (sua mãe) para cuidar do bebê. A Bíblia não diz se Miriã teve medo de abordar a princesa egípcia ou se a princesa suspeitou da menina hebréia. Mas Miriã se aproximou, e a princesa contratou os seus serviços e os de sua mãe. Não deixe que o medo do imprevisível o faça perder uma oportunidade.

Nossas dificuldades não devem diminuir nossa fé nem nos desiludir (Fp 1.12-14) – O fato de estar em uma prisão leva muitas pessoas a se entristecerem e a desistirem, mas Paulo considerava essa situação como mais uma oportunidade de divulgar as Boas novas de Cristo. Ele entendia que a atual circunstância não era tão importante quanto tudo aquilo que poderia fazer através dela. Quando falamos destemidamente a favor de Cristo ou permanecemos fiéis a Ele durante situações difíceis, encorajamos outros a fazerem o mesmo. Seja uma fonte de encorajamento através de sua maneira de viver.

Existe um propósito em nosso sofrimento (2Co 4.17) – Os problemas e as limitações humanas têm vários benefícios: lembram o sofrimento de Cristo por nós; afastam o orgulho; levam-nos a olhar além desta vida; dão oportunidades para provar nossa fé aos outros; dão a Deus a oportunidade de demonstrar seu poder.

Somos chamados a aproveitar as oportunidades que nos são dadas. Procure formas de demonstrar sua fé, mesmo nas situações mais adversas. Quer tais situações melhorem ou não, a sua fé será fortalecida.

Deus te abençoe,


domingo, 14 de outubro de 2018

Auto-estima


Sl 8.3-9
Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que ali firmaste, 4-pergunto: Que é o homem, para que com ele te importes? E o filho do homem, para que com ele te preocupes? 5-Tu o fizeste um pouco menor do que os seres celestiais e o coroaste de glória e de honra. 6-Tu o fizeste dominar sobre as obras das tuas mãos; sob os seus pés tudo puseste: 7-todos os rebanhos e manadas, e até os animais selvagens, 8-as aves do céu, os peixes do mar e tudo o que percorre as veredas dos mares. 9-Senhor, Senhor nosso, como é majestoso o teu nome em toda a terra!

A vastidão e a majestade dos céus como a obra de Deus evocam admiração por aquilo que o Criador tem feito a favor do homem, tão minúsculo, que hoje existe e amanhã já se foi (Sl 144.4). Contudo, Ele nos honrou ao escolher-nos para dominar sobre a sua criação.

Possuir uma auto-estima sadia é importante, porque alguns têm uma péssima impressão de si mesmos; por outro lado, outros se superestimam. A chave para uma avaliação própria sincera e precisa é conhecer a base do nosso valor: nossa identidade em Cristo. Jesus disse que a única maneira de ter uma vida verdadeiramente boa é estar perto dEle, como um ramo ligado à videira. Longe de Cristo, nossos esforços são infrutíferos (Jo 15.4,5).

Nosso verdadeiro valor é expresso pelo conceito que Deus tem de nós, não pela opinião das outras pessoas. Muitos se vangloriam de suas conquistas e habilidades como se fossem donos de suas próprias forças; outros sentem-se desvalorizados por não possuírem muitas habilidades. Na verdade, nosso valor não provém de nossas realizações, mas de Deus que criou o universo e escolheu presentear-nos com o misterioso e miraculoso dom de vida.

A outorga da vida aos seres humanos é descrita como resultado de um ato especial de Deus, para distingui-la da criação de todos os demais seres vivos. Deus comunicou de modo específico a vida e o fôlego ao primeiro homem (Gn 2.7), e assim evidenciou que a vida humana está em nível acima de todas as outras formas de vida, e que pertence a uma categoria à parte, e há uma relação ímpar entre a vida divina e a humana (Gn 1.26,27).

Você é parte da criação de Deus. Ele viu que sua criação era excelente em todos os aspectos (Gn 1.31). Se em algum momento você sentir-se desvalorizado ou diminuído, lembre-se que Deus o criou por uma boa razão. Portanto, você tem valor aos olhos dEle.

Deus te abençoe,



quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Oração atendida


At 12.1-7
Nessa ocasião, o rei Herodes prendeu alguns que pertenciam à igreja, com a intenção de maltratá-los, 2-e mandou matar à espada Tiago, irmão de João. 3-Vendo que isso agradava aos judeus, prosseguiu, prendendo também Pedro durante a festa dos pães sem fermento. 4-Tendo-o prendido, lançou-o no cárcere, entregando-o para ser guardado por quatro escoltas de quatro soldados cada uma. Herodes pretendia submetê-lo a julgamento público depois da Páscoa. 5-Pedro, então, ficou detido na prisão, mas a igreja orava intensamente a Deus por ele. 6-Na noite anterior ao dia em que Herodes iria submetê-lo a julgamento, Pedro estava dormindo entre dois soldados, preso com duas algemas, e sentinelas montavam guarda à entrada do cárcere. 7-Repentinamente apareceu um anjo do Senhor, e uma luz brilhou na cela. Ele tocou no lado de Pedro e o acordou. “Depressa, levante-se!, disse ele. Então as algemas caíram dos punhos de Pedro.

O rei Herodes (Agripa I) era filho de Aristóbulo e neto de Herodes, o Grande. Os romanos o designaram para governar a maior parte da Palestina, inclusive os territórios da Galiléia, Peréia, Judéia e Samaria. Ele perseguiu os cristãos para agradar os líderes judeus, esperando que isso solidificasse sua posição. Tiago fora morto e Herodes mantinha Pedro na prisão vigiado por 16 soldados. O plano de Herodes era sem dúvida executar Pedro (v. 4), mas a igreja orava intensamente a Deus por ele (v. 5).

“Repentinamente apareceu um anjo do Senhor, e uma luz brilhou na cela” (v. 7) – Deus enviou um anjo para resgatar Pedro. Os anjos são mensageiros de Deus (Hb 1.14), criados por Ele, e têm poderes sobrenaturais; às vezes, assumem a aparência humana, a fim de falar com as pessoas. Não devem ser adorados, porque não são a deidade. São servos de Deus, assim como nós.

O recurso mais poderoso do cristão é a comunhão com Deus, através da oração. Algumas pessoas vêem a oração como um último recurso a ser tentado, quando tudo mais falhar (Mc 5.25-29). Mas deveria ser nossa primeira reação diante de qualquer crise, pelo fato do poder de Deus ser infinitamente maior do que o nosso, e especialmente porque o próprio Senhor nos deu o exemplo e nos encoraja a fazê-lo (Mc 1.35; Mt 7.7). Os resultados são freqüentemente maiores do que pensamos ser possível (Ef 3.20).

A oração sincera da igreja afetou significativamente o resultado dos acontecimentos. Quando você orar, creia que receberá uma resposta. E quando esta vier, não fique surpreso; seja grato!

Deus te abençoe,