segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Retrospectiva 2011.



Recordar acontecimentos desagradáveis normalmente enfraquece nossa confiança no futuro. Mas existe um tempo para relembrar. Os erros não devem ser repetidos, os compromissos precisam ser cumpridos, e a promessa de obter vitória pode encorajar-nos a prosseguir em direção ao alvo. Ao pensarmos no cuidado especial de Deus com nossa vida, recebemos esperança e encorajamento para o futuro. Pensando nisso, achei que vale a pena relembrar trechos de mensagens que mais foram comentadas.

Por meio de Sua graça, Deus tenta nos alcançar todos os dias com lembretes de Si mesmo por toda parte. São pistas que anunciam claramente: Estou aqui. Vocês não precisam viver com medo. Eu estou aqui” - (Do texto: A excelência da criação).

Nenhum verdadeiro seguidor de Cristo é jamais abandonado por Ele, e nenhuma oração sincera jamais deixa de ser ouvida” - (Do texto: Há esperança).

Desde o princípio, Deus estabeleceu o casamento e a família que dEle surge, como a primeira e a mais importante instituição humana na terra” -  (Do texto: Família, um projeto de Deus).

“Deus não promete nos dar de tudo o que pensamos ser bom, mas não se recusará a dar-nos o que é permanentemente bom” - (Do texto: Um dia..., mais do que mil dias...”).

Viver um dia de cada vez, evita que sejamos consumidos pela ansiedade. Não deixe que as inquietações com o amanhã afetem seu relacionamento com Deus, hoje” - (Do texto: As preocupações da vida).

“Embora os olhos do Senhor estejam sobre todas as pessoas, eles repousam de modo especial sobre os que O temem” - (Do texto: Ele me vê).

 “Uma das promessas maravilhosas sobre o céu é que desfrutamos de uma comunhão ininterrupta com Deus e que não haverá mais morte, tristeza, pranto ou dor” - (Do texto: A suprema esperança).

“O amor de Deus é a fonte de todo o amor humano, e se espalha como o fogo. Ao amar os Seus filhos, Deus acende uma chama em seus corações. Estes, por sua vez, amam os outros, que são então aquecidos pelo amor de Deus” - (Do texto: Não importa, ame).

“Não existe um tempo tão apropriado para receber o perdão de Deus como o presente” - (Do texto: Eis o dia da salvação, corra).

“Tenha mais confiança na graça e misericórdia de Deus, e não considere dignos de confiança seus próprios temores e fraquezas” - (Do texto: Medo, do que?)

“Pense na grandeza do Senhor ao observar Sua criação ao redor e lembre-se de que você é uma obra prima da criação dEle” - (Do texto: Que é o homem?)

“A mensagem divina de salvação e de vida eterna não está limitada a uma cultura, raça ou nação especial. Qualquer um que se aproxima de Deus com arrependimento e fé será aceito por Ele e fará parte de Seu Reino” - (Do texto: Usa-me, Senhor).

“Ninguém está tão longe de Deus que não possa ser restaurado” - (Do texto: Recomeçar).

“Como o orvalho faz os campos florescerem e produzirem boas ceifas, assim a bênção do Senhor descansa sobre o Seu povo” - (Do texto: A excelência do amor fraternal).

“Chega de choro e lamentos pelas oportunidades perdidas. Celebre o poder do Senhor para perdoar e redimir, e siga em frente” - (Do texto: Celebre o poder do Senhor).



quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Viemos adorá-lO.

Mt 2.1,2
“E, tendo nascido Jesus em Belém da Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do Oriente a Jerusalém, e perguntaram: Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? Porque vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lO”.

Os magos viajaram milhares de quilômetros para ver o Rei dos judeus. Quando finalmente O encontraram, manifestaram alegria, adoração, e deram-lhE presentes.

Esta atitude é muito diferente daquela que as pessoas frequentemente têm hoje. Esperamos que Deus venha procurar-nos, explique sobre Si mesmo, prove quem é e nos dê presentes. Mas aqueles que são sábios ainda buscam e adoram Jesus não pelo que podem conseguir, mas por quem Ele é.

Deram a Jesus presentes tão caros, porque estes eram adequados a um rei. Os estudantes da Bíblia têm visto tais presentes como símbolos da identidade de Cristo e daquilo que Ele realizaria. Com ouro, presenteava-se o rei; o incenso era oferecido a Deus; e a mirra era uma especiaria usada para ungir o corpo a ser sepultado.

Eles levaram presentes para Jesus e adoraram-nO por quem Ele é. Esta é a essência da verdadeira adoração: honrar a Cristo por Sua identidade, e por estar disposto a dar-lhE o que tem valor para cada um de nós.

Adore a Deus, porque Ele é perfeito, justo e Todo-poderoso; é o Criador do universo e digno de receber o melhor de cada um de nós. Adore-O!

E-mail: abonbiblia@hotmail.com

sábado, 17 de dezembro de 2011

Jesus, a luz das nações.

At 13.47
“... Eu te pus para luz dos gentios, para que sejas de salvação até aos confins da terra”.
 
Os judeus estavam bem familiarizados com as profecias do Antigo Testamento a respeito das bênçãos que o Messias traria à sua nação. Porém, nunca deram a mesma atenção às profecias que dizem que Ele traria a salvação ao mundo inteiro, e não apenas aos judeus como muitos pensavam. 

Deus planejou que por intermédio da nação judaica todo o mundo viesse a conhecer Jesus (Gn 12.3) e que a nação de Israel fosse essa luz (Is 49.6). De Israel, nasceu Jesus, a Luz das nações. Esta Luz se expandiria e iluminaria os gentios (At 13.47).

Quando Maria e José levaram Jesus ao Templo para apresentá-lO a Deus, Simeão, um homem justo e temente a Deus, reconheceu que aquela criança era o Messias prometido, e que Ele seria luz para o mundo inteiro (Lc 2.28-32).

Deus concedeu aos hebreus no Antigo Testamento, as colunas de nuvem e de fogo para que eles soubessem que a presença de Deus os acompanharia dia e noite durante a jornada para a Terra Prometida (Ex 13.21,22). A coluna de fogo representava a presença, a proteção e a direção de Deus.

Jesus traz a presença, a proteção e a direção de Deus. Ele é a luz verdadeira que remove as trevas e o engano, iluminando o caminho certo para Deus e a salvação (Jo 8.12). Pela luz de Cristo, enxergamos a nós mesmos como realmente somos (pecadores que necessitam de um Salvador).
Deixe a luz de Cristo brilhar em sua vida!
E-mail: abonbiblia@hotmail.com


segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Celebre Jesus.

Mq 5.2
“E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre milhares de Judá, de ti me sairá o que será Senhor em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade”.

Efrata era o distrito onde a cidade de Belém estava localizada. Miquéias, com muita precisão, profetizou o local do nascimento do rei Jesus, com centenas de anos de antecedência.

Os líderes de Jerusalém estavam obcecados por suas riquezas e posições, mas o profeta disse que a poderosa Jerusalém, com toda a sua abastança e poder, seria sitiada e destruída. Seu rei não poderia salvá-la, mas a pequenina cidade de Belém seria o berço do único rei que salvaria o seu povo. Esse libertador, o Messias, nasceria como um bebê em Belém (ver Lc 2.4-7) e governaria como Rei eterno (Ap 19-22).

O prometido Rei, da linhagem de Davi, que viveria como homem, sempre tinha existido – suas “origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade”. Apesar de ser eterno, Cristo entrou na história da humanidade como homem, como Jesus de Nazaré.

O pequeno e impotente bebê cresceu, teve uma vida surpreendente, morreu por nós, ressuscitou, ascendeu aos céus e voltará a este mundo como o Rei dos reis. Cristo governará o mundo e julgará todas as pessoas de acordo com a decisão que cada um tomou a respeito dEle. Você ainda O vê como um bebê em uma manjedoura ou Ele é o seu Senhor? Tenha a certeza de não subestimar Jesus. Deixe-O crescer em sua vida e celebre-O!



quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Anúncio de nascimento.

Lc 2.10
“E o anjo lhe disse: Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo”.

Que anúncio de nascimento? Os pastores ficaram apavorados, mas o temor transformou-se em alegria quando os anjos anunciaram o nascimento do Messias. Primeiro os pastores correram para ver o bebê; depois divulgaram a notícia.

Jesus é o seu Messias, o seu Salvador. Você espera ansiosamente encontrá-lO por meio da oração e da Palavra todos os dias? Você já descobriu este Senhor tão maravilhoso, a ponto de não conseguir evitar partilhar sua alegria com os seus amigos?

O maior acontecimento histórico acabara de acontecer! O Messias nasceu! Por muito tempo, os judeus haviam esperado por isto; quando finalmente aconteceu, o nascimento foi anunciado a humildes pastores.

As Boas Novas a respeito de Jesus demonstram que Ele veio para todos, inclusive para as pessoas mais simples. Veio para qualquer um que tenha um coração humilde o bastante para aceitá-lO. Não importa quem você seja ou o que faça, você pode ter Jesus em sua vida. Não pense que é necessário ter qualificações extraordinárias, Ele o aceitará como você é.

sábado, 3 de dezembro de 2011

O preço da nossa Redenção.

Mt 20.28
“... o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e para dar a Sua vida em resgate de muitos”.

O acontecimento mais importante da História estava prestes a acontecer (Mt 20.17-19), e os discípulos ainda discutiam sobre seu prestígio no Reino (Mt 18.1)! Embora Jesus falasse claramente sobre Sua morte e ressurreição, eles não entendiam, pois esperavam que Jesus fosse instituir um reino político. A ideia da morte de Cristo frustrava as esperanças dos discípulos, pois não sabiam que a morte e a ressurreição de Jesus viabilizavam a implantação do Reino de Deus.

Há evidências de que os discípulos, como a maioria dos judeus, tinham uma ideia errada sobre o Reino do Messias, predito pelos profetas do Antigo Testamento. Pensavam que Jesus estabeleceria um reino terreno e libertaria Israel da opressão romana (Mt 16.22,23; 26.51-53); por isso Tiago e João desejaram lugares de honra nesse reino (Mc 10.35-37), um pedido ambicioso que revelou um conceito político do Reino de Deus e um desejo que não condiz com o espírito da fé cristã. Mas o Reino de Jesus não é deste mundo (Jo 18.36); Ele não está entronizado em palácios. O Reino de Cristo é espiritual. Começa no coração das pessoas, com a renúncia ao pecado, e não com a destituição de governos. Jesus disse aos Seus discípulos que Sua morte os salvaria do pecado (Mt 20.28), uma escravidão muito maior que a imposta por Roma.  

A vida cristã não é um caminho fácil, que conduz à riqueza material e ao bem estar. A missão de ser um discípulo de Jesus implica compromisso e dedicação. Jesus disse aos seus discípulos: “Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz e siga-me; porque aquele que quiser salvar a sua vida perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim achá-la-á. Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma”? (Mt 16.24-26).

Neste mundo, os que exercem autoridade e domínio são considerados grandes. Jesus diz que, no Reino de Deus, a grandeza não será medida pelo domínio sobre os outros, mas pela dedicação das pessoas ao serviço do próximo. A condição corrupta de nossa sociedade estimula a confusão de valores. Somos continuamente bombardeados por mensagens que nos ensinam o que fazer para sermos importantes e nos sentirmos bem, mas a verdadeira grandeza segundo a Bíblia requer que sejamos grandes na fé, no caráter santo, na sabedoria, no autodomínio, na paciência, no amor (Gl 5.22,23). Trata-se de termos a grandeza de Cristo, que amou a justiça e aborreceu a iniquidade (Hb 1.9).

A única aspiração segura é aquela que visa engrandecer diretamente o Reino de Cristo, e não a que visa apenas ao nosso progresso.  Jesus não ridicularizou Tiago e João pelo pedido que fizeram, mas não os atendeu. Podemos sentir-nos à vontade para pedir qualquer coisa a Deus, mas nosso pedido pode ser negado. Deus quer dar apenas o que é melhor para nós, não necessariamente o que queremos.

O resgate era o preço a ser pago pela libertação de um escravo. Na obra redentora de Cristo, a Sua morte é o preço pago para libertar os homens e mulheres do domínio do pecado. Deus nos resgatou da tirania do pecado, não com dinheiro, mas com o precioso sangue de Seu próprio Filho (1Pe 1.18,19). Jesus pagou um alto preço para resgatar-nos, porque nós mesmos não tínhamos condições de pagá-lo. Está escrito: “Aqueles que confiam na sua fazenda e se gloriam na multidão das suas riquezas, nenhum deles, de modo algum, pode remir a seu irmão ou dar a Deus o resgate dele (pois a redenção da sua alma é caríssima, e seus recursos se esgotariam antes)” (Salmo 49.6-8).  

Antes de crermos em Cristo, a nossa natureza era má. Desobedecíamos, nos rebelávamos e ignorávamos a Deus (mesmo fazendo o melhor possível, não o amávamos com todo nosso coração, alma e mente). O cristão, porém, tem uma nova natureza. Deus crucificou a velha natureza rebelde (Rm 6.6) e a substituiu por uma nova natureza amorosa (Cl 3.9,10). A penalidade do pecado morreu com Cristo na cruz. Deus nos declarou inocentes, e não precisamos mais viver debaixo do poder do pecado, portanto estamos livres de sua tendência iníqua.  Deus não nos isola do mundo, nem nos transforma em robôs; ainda nos sentiremos inclinados a pecar e, às vezes, pecaremos. A diferença é que antes de sermos salvos, éramos escravos de nossa natureza pecaminosa. Agora somos livres para obedecer a Deus e viver para Cristo (1Pe 2.16; Gl 2.20).